Artigos
Parar para depois Acelerar
Nos dias que antecedem as férias, é comum sentirmos que tudo ganha urgência. Entre projetos para fechar, decisões por tomar e tarefas acumuladas, acabamos muitas vezes por chegar ao descanso já sem energia. Uma reflexão sobre o stress, o piloto automático e a importância de voltar a reparar em nós próprios antes de chegarmos ao limite.
Estudio da Alma em Yale
O Estúdio da Alma estará representado no 10.º Congresso da International Society for Emotional Intelligence (TISEI), que decorre na Yale School of Management, através da apresentação de um trabalho de investigação sobre mindfulness e consciência emocional.
Depois das 18h é que consigo trabalhar
Conseguir trabalhar depois das 18h, quando todos já sairam, demonstra a dificuldade cada vez mais presente da gestão da atenção.
Três formas de liderar no piloto automático. Em qual te reconheces?
Controlar, proteger ou agradar — são três padrões reactivos que a maioria dos líderes não reconhece em si. O Leadership Circle Profile identifica-os como tendências que funcionaram nalgum momento, mas que quando se tornam automáticas, limitam a liderança.
6 segundos. É o tempo entre reagir e escolher.
O cortex pre-frontal precisa de 6 segundos para sair do modo reactivo. Essa pausa e a diferenca entre um lider que reage e um lider que escolhe. Reflexao do Estudio da Alma.
Estas a liderar a favor ou contra o ritmo da tua equipa?
65% das pessoas reportam que o sono afeta o seu desempenho. Menos de 10% das empresas incluem o sono nos programas de bem-estar. E se o problema nao fosse produtividade, mas estar a trabalhar contra o ritmo biologico da equipa?
Stress no Trabalho
Sabias que uma interrupção de 30 segundos pode custar até 23 minutos de foco?O stress não afeta apenas o corpo. Afeta a forma como pensamos, decidimos e trabalhamos.
Presença é uma competência. E começa antes de nós.
Um estudo com mais de 7.000 pessoas concluiu que o autocontrolo aos 10 anos e um dos maiores preditores de liderança na vida adulta. A forma como aprendemos a regular o que sentimos não começa num curso. Começa com quem nos cria.
Mulheres, liderança e a carga invisível que quase ninguém vê
Muitas mulheres cresceram com a ideia de que precisam cuidar de todos, assumir responsabilidades e manter tudo a funcionar. Com o tempo, estas expectativas tornam-se padrões silenciosos: listas intermináveis de tarefas, pouco espaço para si próprias e a sensação constante de que tudo está nos seus ombros. Neste artigo reflito sobre essa carga invisível que muitas mulheres carregam — no trabalho, na família e nas relações — e sobre como muitas destas crenças começam ainda na infância. Mais do que uma questão de gestão de tempo, trata-se de um processo de consciência: reconhecer padrões, questionar expectativas e aprender a criar espaço para si própria. Um caminho que não acontece de um dia para o outro, mas que pode transformar a forma como vivemos, trabalhamos e lideramos.
O óbvio precisa ser dito
Sob pressão, líderes experientes podem entrar em “visão em túnel” e começar a decidir com menos contexto do que imaginam. Este artigo explora como isso acontece e porque a capacidade de parar para observar o sistema se tornou uma competência essencial de liderança.









