Há três formas de liderar no piloto automático. E a maioria dos líderes não sabe em qual está.

A primeira é controlar. Rever tudo, refazer o trabalho dos outros, criar sistemas de “transparência” que na verdade são vigilância. Parece eficiência. Na raiz, é medo de que as coisas corram mal sem nós.

A segunda é proteger. Responder antes de ouvir, sentir cada comentário como um ataque, manter distância emocional da equipa. Parece força. Na raiz, é o sistema nervoso em modo de defesa.

A terceira é agradar. Dizer sim quando queremos dizer não, evitar conflito, precisar de validação para sentir que estamos a fazer bem. Parece colaboração. Na raiz, é medo de desagradar.

O Leadership Circle Profile — um dos modelos mais utilizados em desenvolvimento de liderança a nível mundial — chama a estes três padrões as tendências reactivas. Não são defeitos. São estratégias de protecção que aprendemos ao longo da vida. Funcionaram nalgum momento. Mas quando se tornam automáticas, deixam de nos servir.

O problema não é ter estes padrões. Todos temos. O problema é não os reconhecer — e liderar a partir deles sem saber.

A passagem do reactivo para o consciente não exige uma transformação radical. Exige uma coisa simples e difícil ao mesmo tempo: parar antes de agir e perguntar “estou a responder ou estou a reagir?”

Em qual dos três te reconheces mais?

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