“Florbela, são inúmeras decisões. Sinto que tudo está em cima de mim. É um lugar sozinho — e não posso confiar verdadeiramente em ninguém.”

Esta não é uma frase dramática. É uma descrição precisa do que muitos líderes competentes vivem em silêncio. Continuam a entregar resultados, continuam a assumir responsabilidade e continuam a ser vistos como estáveis. O que muda é mais subtil.

Quando a pressão deixa de ser episódica e passa a ser permanente, o sistema humano adapta-se. Simplifica. Reduz margem. Procura resolver rapidamente. Ao longo do tempo, as decisões deixam de ser amplas e tornam-se funcionais; deixam de ser estratégicas e passam a ser defensivas.
Não há colapso. Há estreitamento.

E esse estreitamento raramente é discutido nos modelos tradicionais de desenvolvimento de liderança. Falamos de visão, execução e resiliência. Falamos pouco do estado interno a partir do qual as decisões emergem.
A questão não é se sabemos decidir. É a partir de que estado temos estado a decidir ultimamente.

Em ambientes de complexidade permanente, a vantagem competitiva pode já não estar apenas na informação ou na experiência acumulada. Pode estar na capacidade de preservar espaço interno suficiente para pensar com nitidez.

Este tema estará no centro de um grupo executivo presencial, intencionalmente pequeno, que decorrerá no final de março.
As condições early bird terminam a 27 de fevereiro.

Se esta reflexão ressoa com o teu contexto atual, podemos conversar.

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